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  Sindicato em ação

 


   Indústria petroquímica faz Pernambuco bater a Bahia em crescimento

 

Sabesp, Foz do Brasil e Quattor assinam contrato para o projeto Aquapolo

A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) assinaram, ontem, no Palácio do Bandeirantes, contrato com a Foz do Brasil, empresa do grupo Odebrecht, e a Quattor, controlada pela Braskem. O contrato vai até 2043 e envolve o projeto Aquapolo, que prevê a produção de água de reúso para fins industriais, a partir do esgoto tratado. Com investimentos de aproximadamente R$ 252 milhões, as obras foram iniciadas, em abril, deste ano pela construtora Norberto Odebrecht, e o fornecimento de água de reúso está previsto para começar 21 meses após a concessão de todas as licenças. Durante a fase de implementação, cerca de 800 postos de trabalho serão gerados. A viabilização do projeto só foi possível graças a Braskem, através de sua controlada Quattor, que consumirá 65% da produção.

Aquapolo vai abastecer o Polo Petroquímico do ABC

Capacitado para produzir 1.000 litros por segundo de água de reúso, o Aquapolo abastecerá o Polo Petroquímico do ABC paulista, podendo fornecer esse recurso para os municípios e empresas próximas de sua adutora. O projeto permitirá que o governo de São Paulo aumente a oferta de água tratada, para a região metropolitana. Conforme comunicado da empresa de saneamento paulista, o volume de água de primeiro uso, que deixará de ser consumido pelas indústrias, é suficiente para abastecer continuamente uma população de 350 mil habitantes, com capacidade para chegar a 600 mil, caso seja estendido a outros clientes.  O Aquapolo prevê a construção de uma Estação de Tratamento Terciário em uma área de 15 mil m2 dentro da Estação de Tratamento de Esgoto da Sabesp, que fica entre os municípios de São Paulo e São Caetano do Sul, na região do ABC.   Para levar a água de reúso gerada para o Polo Petroquímico, será construída uma adutora de aço, com 17 km de extensão, que passará pelos municípios de São Caetano do Sul e Santo André, até chegar ao Polo, em Mauá. /Agestado /Repórter Diário - ABC

 

 

Providencia reforça expansão nos EUA

e planeja novas máquinas para o Brasil

A Companhia Providência, líder na fabricação e comercialização de nãotecidos no Brasil, com presença na América Latina e Estados Unidos, continua os projetos de expansão e está seguindo o cronograma planejado para a nova planta nos EUA, prevista para entrar em operação, em 2011. A empresa adquiriu no 1º trimestre do ano o financiamento de US$ 55 mi do Banco HSBC, garantido via a agência de fomento alemã Hermes, para a aquisição de máquinas e equipamentos e mais US$ 9,1 milhões, do programa americano Recovery Zone Facility Bond (RZFB).

Empresa esta operando na capacidade limite
Além disso, a Providência assinou, no ano passado, um termo de opção de compra de mais duas máquinas para futura instalação, e os estudos para a definição do local, onde serão instaladas já estão sendo feitos. "Até o final de 2013, temos que confirmar a aquisição com o fornecedor. Como estamos operando na capacidade limite, já estamos pensando em ampliar a operação brasileira, trazendo para cá uma dessas máquinas", explica Eduardo Feldmann, CFO da Providência.

 

 

MG dá incentivo de 3% sobre o ICMS do nãotecido
O executivo lembra que, "hoje, a empresa tem plantas em São José dos Pinhais, a sede, e em Pouso Alegre/MG e ainda estamos estudando, qual região receberá esse investimento. Para se ter uma idéia, em Minas Gerais, a empresa tem incentivo fiscal de 3%, sobre o ICMS do nãotecido, enquanto que no Paraná, onde se encontra nosso principal parque fabril, não recebemos nenhum incentivo do governo e o ICMS sobe para 12%. Não descartaremos oportunidades de incentivo por parte de qualquer região do Brasil, para a instalação das futuras máquinas, mesmo havendo espaço suficiente nas nossas plantas do Paraná e Minas Gerais".
O programa americano
Criado em 2009 pelo governo americano, o RZFB visa ajudar a economia de regiões atingidas pela crise. O programa tem o objetivo de financiar projetos de investimentos, incluindo, por exemplo, prédio, equipamentos, ou máquinas. No caso da Providência, o condado de Iredell, Carolina do Norte, emitiu um bônus ao mercado, convertido em recursos para financiar a obra. A companhia conta com um prazo de 20 anos para pagamento do financiamento. "Exportamos cerca de 8 mil toneladas de nãotecido ao ano, só para os EUA e isso reforça nosso investimento na região e nosso compromisso com esse mercado. A expectativa é que os próximos trimestres se mostrarão ainda mais positivos, e manteremos nossa capacidade de produção em plena ocupação. Já percebemos que o aumento no volume das nossas vendas no primeiro trimestre de 2010, quando comparado ao 1T09, mostra a forte retomada do setor", completa Feldmann. A nova planta, com capacidade para 20 mil toneladas de nãotecido.

Receita aumenta 4,4%

No primeiro trimestre de 2010, a Companhia Providência atingiu R$ 104,5 mi de receita líquida, que representou aumento de 4,4%, em comparação com o mesmo período do ano passado. O Ebitda ajustado totalizou R$ 22,8 mi e o volume de vendas somou 18,7 mil toneladas, crescimento de 17,2%, em relação ao 1º trimestre de 2009. Outro destaque foi a restituição de créditos tributários, no montante de R$ 3,1 milhões, e mais R$ 13,0 milhões, durante o mês de abril. Além disso, foi aprovado durante a Assembléia Geral Ordinária "AGO", a distribuição de dividendos, referente à 50% do lucro líquido, ajustado do exercício de 2009, o que corresponde ao montante de R$ 24,2 mi, sendo que R$ 10,5 mi foram pagos em novembro do ano passado, e o restante de R$ 13,7 mi, serão pagos em maio de 2010./Maxpress

 

 

 

Conselho da Braskem convoca AGE

sobre incorporação da Quattor

O Conselho de Administração da Braskem decidiu convocar os acionistas para uma assembleia geral extraordinária (AGE) no próximo dia 18 de junho, às 10h30, sobre a proposta de incorporação das ações da Quattor Participações, pela companhia. 

 

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Braskem revê plano de investimentos

após aquisições

As aquisições recentes da Quattor e da norte-americana Sunoco Chemicals, junto com outros fatores, levaram a Braskem a reavaliar o modelo de investimentos futuros. Resultado da maior preocupação da companhia com o nível de endividamento, da mudança no ambiente econômico mundial e da própria incorporação desses ativos, o plano de investimentos da petroquímica brasileira foi quase que integralmente alterado, nos últimos meses. Em substituição aos planos de construir um polo gás-químico na Bolívia ou de investir na Bahia, em parceria com a Pequiven, a Braskem colocou como prioridade em seu novo plano de investimento, de projetos menos onerosos, e de retorno mais rápido.

 

 

 

Projetos na Venezuela foram mantidos com adaptações

Síntese do modelo que passou a ser adotado pela petroquímica brasileira, o projeto de construir uma fábrica de polipropileno (PP) na Venezuela, foi revisto. Ao lado da sócia Pequiven, a Braskem agora estuda a possibilidade de construir uma unidade avaliada em US$ 500 milhões, na região de Paraguaná, naquele país, com capacidade de 300 mil toneladas anuais da resina. O projeto anterior, estimado em mais de US$ 900 milhões, seria erguido em Jose, e teria capacidade de 450 mil toneladas anuais de PP. A mudança, segundo o próprio presidente da Braskem, Bernardo Gradin, é decorrência da possibilidade de as parceiras viabilizarem um projeto mais atrativo financeiramente. A Braskem e Pequiven encontravam dificuldades, para definir a estrutura de financiamentos, que garantiria o projeto inicialmente previsto, para o Complexo de Jose. Situação semelhante acontece com o plano das empresas, de construir um complexo integrado com linha de produção de eteno e polietilenos no país vizinho, cujo cronograma de início de operações foi postergado de 2014 para 2015. O local do projeto também deverá ser alterado.

 México ficará com projeto mais atrativo

O discurso dos executivos da Braskem indica que outros projetos também devem ser revisados. É o caso, por exemplo, da fábrica que será construída no Peru, em parceria com a Petrobras e a Petroperu. Devido à complexidade do projeto, que ainda depende da disponibilidade de matéria-prima, o polo pode ter seu cronograma postergado. Previsto anteriormente para 2014, o projeto deixou de ter seu cronograma divulgado pela Braskem. As fábricas na Venezuela e no Peru, assim como o plano de construir um polo na Bolívia - projeto que deixou de ser comentado pela companhia -, visam atender o mercado das Américas, principalmente o norte-americano. Mas o cronograma de ambos deverá ser ditado pelo Etileno XXI, no México. O país, que também pode ofertar resinas competitivas para os Estados Unidos, possui o investimento que, segundo analistas do setor, é o mais atrativo da Braskem, do ponto de vista comercial e financeiro. O polo, a ser construído pela petroquímica brasileira em parceria com a Idesa, na proporção de 65% e 35%, demandará investimentos de US$ 2,5 bilhões e deverá iniciar operação em janeiro de 2015.

PVC tem prioridade no mercado interno

O mesmo movimento de revisão de investimentos detectado no exterior deve ocorrer em relação às fábricas, a serem construídas em território nacional. A previsão da Braskem de investir quase R$ 2 bilhões na Bahia, parte desse montante como contrapartida à liberação de créditos de ICMS retidos pelo governo estadual, precisará ser adaptada ao novo nível de endividamento da companhia. Na mesma região, a Braskem deu prioridade à fábrica de PVC a ser construída em Alagoas, cujo custo é de aproximadamente US$ 470 milhões. A unidade de PVC deverá entrar em operação no 1º semestre de 2012 e está enquadrada na política da Braskem, de apostar em projetos que tenham alto retorno e autofinanciamento, segundo expressão utilizada pelos executivos da companhia.

Destino da Riopol e da PQU só será definido após incorporação da Quattor

Este também é o caso da fábrica de polietileno verde construída no RS, com início de operação previsto, para o 3º trimestre. Pioneira, a unidade apresenta grande viabilidade econômica e tem 100% das vendas garantidas. Os projetos de PVC e polietileno verde contrastam com os planos de expansão das centrais Riopol e PQU, controladas anteriormente pela Quattor. Idealizado pelos diretores das empresas, antes mesmo de elas serem incorporadas à Quattor, o projeto de expansão já está definido e depende apenas da disponibilidade de gás natural. Só que após serem incorporadas pela Braskem, devem ter sua expansão postergada, por tempo indeterminado, a despeito do aumento da oferta interna de gás natural, resultado do pré-sal. O destino da Riopol e da PQU, assim como o de projetos na Bahia e na Bolívia, só deve ser definido após a conclusão da incorporação da Quattor e da definição, de qual será a participação da Braskem no Comperj e na Petroquímica Suape. O controle de ambos os projetos deve ser repassado pela Petrobras à Braskem, como resultado da negociação, que resultou na incorporação da Quattor pela empresa, que por sua vez, ainda analisa a atratividade dos pólos, que devem ter o controle dividido com empresas interessadas. A missão agora é encaixar mais projetos, no já complexo e extenso plano de expansão da Braskem, sem que isso resulte em acréscimo substancial, no endividamento da petroquímica, já elevado desde a incorporação da Quattor. /Agestado

 

 

 

 

 

Air Liquide avança no Centro-Oeste e Nordeste

e almeja 25% do mercado

Seguir de perto o crescimento da siderurgia e da petroquímica é uma das estratégias da gigante francesa Air Liquide, uma das líderes do mercado mundial de gases industriais, para abocanhar, entre 2013 e 2014, até 25% do mercado brasileiro, consolidando a posição de segunda colocada, depois de White Martins (grupo Praxair). Este ano a empresa inaugura, no país, 16 plantas de vários portes, elevando para 51 o total de unidades geradoras de gases no Brasil.

Metas estão relacionadas com performance da petroquímica

"Há dez anos a participação da Air Liquide no Brasil não passava de 6%, mas já estamos próximos a 18% e, apesar da liderança da White Martins, somos claramente reconhecidos como segundos", disse Pierre Dufour, vice-presidente mundial. No Brasil, para participar do Challange Bibendum, evento de tecnologia e sustentabilidade promovido pela Michelin, Dufour informou que as metas de crescimento da empresa são ambiciosas e têm relação direta com o crescimento da siderurgia e da petroquímica. Na produção de aço, a empresa ganhou o contrato de fornecimento de gases para a Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA), da alemã ThyssenKrupp, com inauguração prevista para este ano. A unidade terá capacidade para produzir 3 mil toneladas ao dia de gases do ar (oxigênio, nitrogênio e argônio), segundo a empresa, a maior da América Latina.

Problemas estão concentrados na Europa Ocidental e Japão

Outra estratégia para a expansão no Brasil, segundo o executivo, é o crescimento em outras regiões fora do Sudeste e Sul, onde até o ano passado, a empresa estava concentrada. No fim de 2009, foi inaugurada uma fábrica de 60 toneladas/dia em Candeias (BA), situada dentro das instalações da Dow, mas com excedente para atendimento a outros clientes. Neste ano, chegou ao Centro-Oeste, com o centro de enchimento de cilindros de Aparecida de Goiânia (GO). Dufour, assim como dirigentes da Michelin, também tem uma visão mais otimista da crise atual, do que alguns analistas, como o americano (nascido na Turquia) Nouriel Roubini. Para o executivo da Air Liquide, a crise já foi superada largamente em vários países da Ásia, Américas (inclusive o Brasil), Oriente Médio e Leste Europeu. Ele vê também os EUA recuperando os níveis de 2008, embora em ritmo mais lento, e conclui que os problemas estão concentrados na Europa Ocidental e no Japão.

Governos dos EUA e Alemanha irão viabilizar comercialmente o hidrogênio

As vendas de gases e serviços cresceram 8,3% em todo o mundo, somando € 2,76 bilhões, enquanto as vendas totais atingiram € 3,15 bilhões, com alta de 5,2%. O aumento das vendas de gases e serviços alcançou 25% na Ásia e no Pacífico, mas não recuou no continente europeu (mais 1,8%). No Oriente Médio e África, houve aumento de 21% e nas Américas, de 11,2%.

Enquanto faz força, para expandir suas linhas tradicionais de produtos, a multinacional francesa concentra esforços de pesquisas em tecnologias do futuro, como hidrogênio veicular e etanol. Baseado em pesquisas de 50 anos da Air Liquide, Dufour informa que por volta de 2025 o mundo estará superando os principais obstáculos para a universalização dos veículos elétricos, movidos a baterias com células de hidrogênio, com preço e escala reduzida, para justificar investimentos em redes de abastecimento. O ponto de inflexão, segundo o executivo, será o momento que a frota de veículos movidos a hidrogênio alcançar 1% da frota mundial (entre 2 milhões e 3 milhões de carros). Ele avalia que os esforços feitos pelos governos dos Estados Unidos e Alemanha irão abrir caminho, para viabilizar comercialmente o hidrogênio./Valor B5

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Indústria petroquímica faz Pernambuco

bater a Bahia em crescimento

A primeira década do século 21 deu cara nova a uma das maiores disputas regionais do País. Entre 2000 e 2009 - exceto os anos de 2004 e 2005 - o PIB de Pernambuco cresceu mais que o da Bahia. Impulsionada pela chegada de novos investimentos industriais e de empreendimentos considerados estruturadores - refinaria, petroquímica e estaleiro -, a economia pernambucana está em um ritmo de desenvolvimento bem mais acelerado, especialmente nos últimos quatro anos. Os baianos continuam maiores e mais diversificados economicamente. Só que de acordo com a análise de economistas, a tendência é que nos próximos 10 anos, Pernambuco mantenha vantagem na briga de qual o Estado que cresce mais.

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Suape repete efeito de Camaçari há 30 anos
A hegemonia econômica baiana no Nordeste dura cerca de 30 anos. Até a década de 80, Pernambuco era o principal expoente econômico da região. Foi quando a Bahia iniciou um processo de industrialização que atingiu seu ápice com a formação do cinturão industrial na cidade de Camaçari e em seu entorno, transformando-se no segundo polo petroquímico do Brasil e responsável por 30% do PIB baiano, e pela exportação de US$ 2,3 bilhões, e faturamento de US$ 15 bilhões por ano. O fenômeno é parecido com o que acontece atualmente no Complexo Industrial de Suape, que também terá sua cadeia petroquímica, mas que foi escolhido para ser o mais novo polo naval do País.

Pernambuco manteve crescimento acima de 3% e a Bahia não chegou a 2%

Ainda assim, a economia baiana dispõe de um trunfo que ainda não é realidade para Pernambuco.

“A Bahia é muito diversificada. Está inserida na cadeia produtiva de petróleo e gás, produz algodão, soja, cacau, cana-de-açúcar, celulose e tem destaque no mapa da indústria automotiva nacional”, lista o sócio-diretor da consultoria econômica Ceplan, Jorge Jatobá. Só que os baianos são muito dependentes do mercado externo. Isso foi negativo no ano passado, quando a crise ainda provocava estragos. Enquanto Pernambuco manteve crescimento acima de 3%, a Bahia não chegou a 2%. /JC-PE  Online

 

 

Produção industrial tem 1ª queda desde novembro

A produção industrial brasileira registrou em abril a 1ª queda mensal, desde novembro do ano passado, em um movimento que o mercado vê como de acomodação após fortes altas recentes.

A queda foi de 0,7 % em abril, ante março. Em relação a abril de 2009, período da crise mundial a base de comparação é fraca, houve salto de 17,4 %, a 5ª taxa positiva de dois dígitos seguida, de acordo com o IBGE. Analistas projetavam retração de 1,1% mês a mês - com faixa de previsões entre queda de 0,5 e 1,8 %- e avanço anual de 15,1 % - com estimativas entre 14,7 e 16,7 %.

Produto química contribuiu com queda

 Em abril sobre março, a produção caiu em 12 setores, avançou em 14 e ficou estável em um. Os destaques de queda foram bebidas (-11 %), celulose e papel (-6,1 %), outros produtos químicos (-3,5 %) e equipamentos de informática (-11,3 %). Os bens de capital tiveram avanço de 2,4 % - o 13o seguido - e bens intermediários e de bens de consumo duráveis, com avanço de 0,5 % cada.  Em relação a abril de 2009, houve crescimento da atividade em 25 dos 27 setores pesquisados e em 73% dos produtos pesquisados. Destacaram-se os crescimentos de veículos com (32,2 %), máquinas e equipamentos (47,8 %) e metalurgia básica (30,7 %). Bens de capital foram destaque com salto de 36,3 %, seguidos por bens de consumo duráveis (20,9 %), intermediários (17,8%) e não duráveis (7,9 %).  O dado de março em relação a fevereiro foi revisado para cima, para alta de 3,4 %.

 



 




 
   

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