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  Sindicato em ação

 


   Leia! Edição 465

 

Indústrias químicas de pequeno porte terão capacitação empresarial no ABC

Pequenas e médias indústrias do setor químico e petroquímico da região do ABC, em SP, têm a oportunidade de melhorar seu processo de gestão empresarial, por meio de uma iniciativa do Sindicato das Indústrias de Produtos Químicos para Fins Industriais e da Petroquímica no Estado de São Paulo (Sinproquim), que está recebendo inscrições de companhias de todo o Estado, para participar da segunda fase do programa Preparar. Este programa visa capacitar as industrias para que estas se tornem mais competitivas no mercado global, adequando-se às exigências de uma gestão sustentável. Realizada em parceria com o Sebrae, inicialmente como experiência piloto com mais de 60 companhias, a ação agora foi ampliada para atender todas as empresas filiadas ao sindicato. Nessa fase, as companhias que aderirem ao projeto formarão grupos, para a troca de experiências, para definir prioridades e estratégias, de como desenvolver soluções para o aprimoramento da gestão. Segundo o presidente do Sinproquim, Nelson Pereira dos Reis, um dos pontos que serão abordados é a adequação das atividades, às exigências ambientais. “Atuaremos fortemente para promover a competitividade da nossa indústria, olhando para todos os níveis empresariais, mas com atenção redobrada para os pequenos, que devem se preparar melhor para os desafios futuros”, completa Reis. Informaram o Diário do grande ABC e a redação do Leia!

 

 

Balança setor químico

As importações brasileiras de produtos químicos somaram US$ 14,9 bilhões, no 1º semestre, valor 36,8% superior ao mesmo período de 2009, de acordo com dados divulgados pela Abiquim. As exportações, que registram volume de US$ 6,2 bilhões, tiveram crescimento de 34,4% no período. Com esse resultado, o déficit na balança comercial do setor cresceu 38,6%, para US$ 8,7 bilhões, ante o 1º semestre do ano passado. Em volume, foram importadas 12,1 milhões de toneladas de produtos químicos, 50% mais, do que no 1º semestre de 2009. As exportações movimentaram 6,2 milhões de toneladas, com crescimento de 9,9%, na mesma comparação. De acordo com a Abiquim, os produtos mais importados no semestre foram os medicamentos, com US$ 2,7 bilhões, seguido dos intermediários para fertilizantes (US$ 1,8 bilhão) e resinas (US$ 1,5 bilhão). Na pauta de exportações, as resinas foram o principal produto vendido, com receita de US$ 848,6 milhões. Os petroquímicos básicos ocuparam o segundo lugar em exportações (US$ 471,1 milhões), à frente de aditivos de uso industrial (US$ 386,8 milhões). Em junho, o Brasil importou US$ 2,6 bilhões em produtos químicos, valor 3,1% inferior ao de maio, e 22,5% superior ao de junho de 2009. Ainda segundo a Abiquim, as exportações, que somaram US$ 1 bilhão, recuaram 3,5% na comparação com maio, e apresentaram crescimento de 15,4% frente a junho do ano passado. Informaram o IG Online e a Agência Estado.

 

 

Mexichem vai às compras  

O reduto brasileiro de compostos de PVC para terceiros, liderado pela nacional Karina, já é assediado pela mexicana Mexichem. O grupo pretende expandir sua atuação no Brasil comprando uma componedora do vinil, afirma Marise Barroso, diretora geral da Mexichem para a América do Sul e presidente da controlada Amanco. Esse movimento e a acenada compra de uma indústria de produto não especificado da cadeia "cloro-vinil", integram um aporte total de US$ 500 milhões que a Mexichem planeja colocar no Brasil até 2012. Informou a Plásticos em Revista.

 

Insumo à base de plástico reduz impacto ambiental na construção civil

Programas governamentais como o PAC e o “Minha Casa, Minha Vida”, aliados ao boom imobiliário, e ao constante desenvolvimento de novos polímeros pela indústria química, têm estimulado o setor da construção civil a incorporar os materiais plásticos, em seus sistemas construtivos no segmento de habitação, na infraestrutura e saneamento. “As soluções plásticas trazem produtividade, qualidade e custos competitivos para a construção civil”, certifica Rui Chammas, vice-presidente do negócio de polímeros da Braskem. Segundo ele, resinas como PVC, polipropileno (PP) e polietileno (PE) inicialmente reconhecidos pelo êxito nas aplicações de tubos e perfis, ocupam cada vez mais espaço num leque que vai de utilizações arquitetônicas sofisticadas, até performances robustas, como as exigidas pelas grandes obras públicas. De acordo com Marcos Velletri, diretor de tecnologia do Secovi, - sindicato da construção -, o aumento do uso de formulações e sistemas químicos nesse setor, é um fenômeno mundial e esta muito ligado ao crescimento da construção sustentável. O carro-chefe da Braskem na construção civil é a resina de PVC. Chammas calcula que 70% das vendas de PVC, pela empresa, estejam voltadas para o setor. Já para Arnaud Piroëlle, gerente de marketing e negócios para a América do Sul dos negócios de espuma da Basf, o mercado de EPS ainda tem muito a se expandir. Ele compara o consumo anual per capita do produto no Brasil, de 1,3 kg, com o dos países europeus, de 2,4 kg. Lembra também que “na Europa, 80% do EPS vai para a construção civil, e no Brasil essa porcentagem é de apenas 40%.” O executivo da Basf acredita que o mercado de isolamento térmico no Brasil, deve deslanchar no médio e longo prazo, e hoje está concentrado nos segmentos, de shopping centers, hospitais e edifícios públicos. Informou o Brasil Econômico.  

Estados cortam imposto de importados e prejudicam indústria nacional

Insumos produzidos no País, como tecidos, cobre, aço e químicos, estão entre os produtos mais prejudicados pela nova guerra fiscal. O presidente-executivo do Instituto Aço Brasil, Marco Polo de Mello Lopes, disse que os benefícios "potencializam a atratividade" das importações, que já estão crescendo muito, por causa da valorização do real e do excesso de oferta mundial. De acordo com o vice-presidente de relações institucionais da Braskem, Marcelo Lyra, metade das resinas termoplásticas importadas chega ao País por portos, que concedem algum tipo de benefício fiscal. No ano passado, foram importadas 450 mil toneladas de resinas nessa situação. Se o ritmo de crescimento, dos últimos anos, for mantido, serão 1 milhão de toneladas, em 2013. Pelo menos seis Estados brasileiros - Santa Catarina, Espírito Santo, Paraná, Pernambuco, Goiás e Alagoas - estão oferecendo benefícios fiscais que incentivam as importações. O objetivo é elevar a arrecadação e desenvolver os portos locais. Mas, na prática, funciona como subsídio ao produto importado, prejudicando a indústria nacional. A prática não é nova, mas se disseminou pelo País, por causa do crescimento do comércio exterior. As importações batem recorde este ano, tornando esse tipo de benefício, a principal modalidade de "guerra fiscal" e provocando perdas de arrecadação significativas para Estados com grandes parques produtivos como São Paulo e Minas Gerais. Os dados de importação são uma prova do magnetismo dos benefícios fiscais para as empresas. No 1º semestre deste ano, as importações de Santa Catarina, Pernambuco e Goiás cresceram cerca de 70%, em relação a janeiro a junho de 2009 - muito acima da média do País, de 45%, de acordo com informação da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento). Informou a Agência Estado.

 

 

Dow é a mais nova parceira dos Jogos Olímpicos

O presidente e CEO da The Dow Chemical Company (NYSE:DOW), Andrew Liveris, anunciou nesta sexta-feira (16) que a Companhia se tornou parceira global oficial dos Jogos Olímpicos, dentro do Programa de Parceiros Olímpicos (The Olympic Partners Program - TOP). A Dow formará uma parceria com o Comitê Olímpico Internacional (International Olympic Committee - IOC) e com os 205 Comitês Olímpicos Nacionais até 2020. “Nossa associação com as Olimpíadas trará à Dow incontáveis oportunidades de negócios, o que faz dessa parceira um catalisador de crescimento poderoso que chega no momento certo dentro da transformação estratégica da Companhia”, afirmou Liveris. Informou a redação do Leia!

 

 

DuPont amplia gestão com NF-e 

Companhia com atuação nos segmentos agrícola, químico, petroquímico, automobilístico e gráfico, a Dupont investiu em uma solução da Signature para se adequar à legislação da Nota Fiscal Eletrônica. Mariana Celino, gerente de finanças para a América Latina da DuPont, destaca que uma das grandes questões no processo de implementação foi justamente o fato de ter que colocá-la em prática em plena crise econômica mundial. “Com certeza não era a hora mais propícia para investimentos dessa ordem. Como o brasileiro deixa tudo para a última hora, acabamos implementando em um momento complicado, mas não tínhamos escolha. Essa obrigatoriedade veio pra ficar e todas as empresas terão que se adaptar”, afirma. Informou o Decision Report.

Jeans reciclados

A denovo® lança a linha ECOfriend de jeans que utiliza 27% de fibras de PET reciclado em sua confecção e 73% de fios de tecidos descartados. Além disso, o tecido não necessita de lavagem industrial em sua etapa final, o que significa uma grande economia de água e energia. Informaram a Revista IstoÉ Dinheiro e o Portal Fator Brasil.

 

 

Em 2011, brinquedo "verde" da Estrela

A valorização do real nos últimos dois anos e a competição com os produtos chineses provocaram a redução da fatia das exportações no faturamento da fabricante brasileira de brinquedos Estrela, de 15% em 2008, para 2% neste ano, até agora. "Nossos preços são altos lá fora, com esse câmbio. Então, estamos investindo em tecnologia, para que valha a pena [o consumidor] pagar um pouco a mais", disse ontem o presidente da companhia, Carlos Tilkian. As exportações da empresa vão principalmente para países do Mercosul e para o México. A Estrela planeja vender produtos "verdes", fabricados com plástico produzido pela Braskem, a partir da cana de açúcar, a países como França, Alemanha e os EUA. Mas só a partir de 2001. "Temos grande esperança com o produto de 'plástico verde' a partir do ano que vem. Ganharemos vantagem competitiva, pois a China não produz esse tipo de produto". Ao mesmo tempo que as exportações caíram, as importações de componentes e produtos já montados da China continuam fortes. Em 2008, a fatia das importações no faturamento da Estrela era de 50% - hoje é de 45%. Os brinquedos mais importados da China são os ligados à filmes e séries de TV, além dos brinquedos com muitos componentes eletrônicos. "O bom seria que nossa importação representasse 30%", disse Tilkian. A Estrela tem três fábricas no Brasil. O faturamento foi de R$ 118 milhões em 2009, um aumento de 8% frente ao ano anterior. Para 2010, a Estrela estima crescimento de 15%. Informou o Valor Econômico.

 

Mercado reduz projeção para inflação e mantém Selic

As instituições financeiras reduziram o prognóstico para a inflação em 2010, mas mantiveram a expectativa para a Selic e para o PIB, segundo o relatório Focus divulgado hoje (19) pelo Banco Central (BC). Os agentes de mercado consultados estimam que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) encerre 2010 a 5,42%, ante 5,45% na semana passada. Há quatro semanas, a projeção era de 5,61%. Para o ano que vem, as instituições mantiveram a estimativa de 4,80%. No mesmo sentido, a projeção para o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) foi reduzida pela terceira semana. A estimativa aponta que o IGP-M fechará este ano em 8,79%. Na semana passada, a meta era de 8,89%, e há um mês, 9,07%. A aposta para 2011 foi elevada para 5,04%, contra 5,01% há uma semana. Para o Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI), a previsão para 2010 passou de 8,68% há uma semana, para 8,58%. Há quatro semanas, a estimativa era de 9,08%. A expectativa para 2011 foi mantida em 5,00%. As instituições consultadas pelo BC mantiveram a expectativa para o PIB doméstico de 2010, a 7,20% pela segunda semana consecutiva. Há quatro semanas, a estimativa era de 7,06%. As projeções para 2011 apontam para um crescimento de 4,50%. O mercado manteve a previsão para a taxa básica de juros do país (Selic) em 2010 a 12,00% ao ano. Para 2011, a taxa prevista permanece em 11,75%. De acordo com o boletim Focus, a projeção para a taxa de câmbio segue em R$ 1,80 ao fim deste ano. Em relação ao ano que vem, os agentes de mercado estimam que a taxa fique em R$ 1,85. Informou o Brasil Econômico.

Embaixador brasileiro na Argentina diz que há vitalidade comercial no Mercosul

As relações econômicas entre os países que formam o Mercosul – Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai – não devem ser vistas estritamente do ponto de vista comercial mas como um projeto de integração que gera oportunidades comuns. Nesse sentido, o Mercosul operou uma transformação qualitativa nas relações dos quatro países-membros. A opinião é do embaixador do Brasil na Argentina, Enio Cordeiro. Ele disse à Agência Brasil que em 1991, quando o Mercosul foi criado, o comércio brasileiro com os três parceiros foi de US$ 4,5 bilhões. Em 2002, registrou-se um total de US$ 9 bilhões. A partir de 2002, o comércio no bloco ganhou um grande impulso. Em 2008, o comércio do Brasil com seus parceiros ultrapassou os US$ 40 bilhões. “No ano passado houve uma queda sensível em função da crise econômica, mas em 2010, já estamos novamente vendo essa recuperação com todos os países do Mercosul. No caso do comércio do Brasil com a Argentina dentro do bloco, há uma melhoria não só quantitativa, mas também qualitativa”. De acordo com ele, durante muitos anos o Brasil registrou déficit comercial com a Argentina. Recentemente, no entanto, há uma tendência de formação de superávit para o Brasil, mas os dois governos e o setor privado buscam a correção desse quadro econômico. “No fundo, o importante é que haja uma interligação entre os agentes econômicos que dê consistência à relação comercial entre os países. E isso está ocorrendo no caso do Brasil e da Argentina”. Informou a Agência Brasil.

 

 

Mercosul atrapalha acordos bilaterais

As divergências entre os países que compõem o Mercosul acabam atrapalhando as negociações diretas do Brasil com países estratégicos para fechar acordos bilaterais de comércio. A afirmação foi feita na semana passada pelo presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade, no 4º Encontro Empresarial Brasil-União Europeia, no Itamaraty. “Se estivéssemos sozinhos, seria mais fácil. É claro que, juntos, nos fortalecemos na questão econômica, mas, por outro lado, há divergências entre Brasil e Argentina, por exemplo”, afirmou. Andrade disse que as negociações com a União Europeia (UE) estão avançando muito lentamente. Segundo ele, é necessário discutir com o bloco europeu a questão do protecionismo comercial. “Somos uma economia de mercado aberta e temos enfrentado problemas com mercados de economia mais fechada, inclusive com barreiras não tarifárias”. O presidente da CNI acrescentou que, além da crise que levou a Europa a importar menos do Brasil, a valorização do real, a carga tarifária e o mercado interno muito grande, que está atraído muitas empresas estrangeiras, têm atrapalhado a competitividade dos produtos brasileiros no exterior. O encontro faz parte da 4ª Cúpula Brasil-UE, na qual o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e recebeu o presidente do Conselho Europeu, Herman van Rompuy, e o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso. Informou a Agência Brasil.

Lanxess vai manter investimentos nos BRIC

Depois de registrar um recuo no déficit comercial de 2009, em comparação a 2008, a expectativa do setor químico é de retomada do aumento das importações. Este ano o saldo negativo na balança comercial da indústria química, deverá bater o recorde histórico. Na previsão da Abiquim, o valor deverá alcançar US$ 25 bilhões. Marcelo Lacerda, CEO da subsidiária brasileira da alemã Lanxess, espera um aumento do déficit comercial. Ele utiliza como exemplo, os números do setor em maio, quando o Brasil importou US$ 2,6 bilhões, um valor 11,8% acima do registrado em abril. Segundo ele, "se pegarmos o acumulado de janeiro a maio deste ano, ante o mesmo intervalo de 2009, o valor das importações está 40% mais elevado". Para o executivo da Lanxess, a base do problema está na retenção dos lucros das empresas, que no Brasil é cinco vezes mais elevado, que na média do exterior, em função dos impostos. Ele explica que o baixo nível de investimentos na indústria química é resultado desse fator aliado ao baixo índice de desenvolvimento do mercado de capitais no País. "Como o setor precisa de altos investimentos para a expansão da produção e temos lucro menor, não há espaço para que as empresas invistam em expansão, do ritmo de crescimento da demanda e com isso a importação ganha espaço", completou o executivo. Ainda segundo Lacerda, a exceção do setor químico em termos de investimentos, está nas resinas termoplásticas. Segundo ele, afora as plantas de polipropileno, polietileno e outras, o País tem baixo nível de investimento. Apesar deste cenário, o CEO da Lanxess ressaltou que a estratégia global da empresa é manter investimentos nos BRIC - Brasil, Rússia, Índia e China - por meio de investimentos ou aquisições - e utilizou como exemplos a expansão da planta de pigmentos, em Porto Feliz (SP), e a compra da Petroflex em 2008. Informou o DCI.

Fragilidade da economia derruba preço do barril

O indicador de confiança do consumidor americano e resultados corporativos pressionaram os preços internacionais do petróleo na sexta-feira (16). Em Londres, o Brent para setembro recuou 72 centavos de dólar, cotado no fim do dia US$ 75,37. O contrato de outubro declinou 67 centavos de dólar, para US$ 75,79. Em Nova York, o WTI para agosto ficou a US$ 76,01, queda de 61 centavos de dólar. O vencimento de setembro diminuiu 63 centavos de dólar, saindo a US$ 76,38. Informaram as agências internacionais.

 

 

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Simplás receberá o presidente da Abiplast em reunião-jantar

O Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás) realiza hoje (19) reunião-jantar que contará com a presença de José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast). Na oportunidade, Roriz irá ministrar a palestra “A competitividade da cadeia de produção de plásticos no Brasil”. O evento também contará com a apresentação do Programa Export Plastic, desenvolvido pelo Instituto Nacional do Plástico (INP). O programa será apresentado pelo especialista em comércio exterior, Aleksander Richard de Assis e pelo especialista em desenvolvimento de mercado, Gilberto Agrello. Além disso, a Prefeitura Municipal de Caxias do Sul irá prestar homenagem às empresas do segmento que completaram 20 anos em 2009. As empresas homenageadas são: Bortolotto Ind. e Com. Ltda, Debmaq – DN Com. Ferramentas, Metalúrgica Grassi, Rovan Representação e Assessoria Técnica Ltda, Simplás - Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho, Sulbras Moldes Plásticos Ltda e Unitec Ind. Com. Representações Ltda.

 

 

Produzindo no Brasil

Será realizado no dia 10 de agosto o Seminário Estratégico "Produzindo no Brasil". O evento foi idealizado em função de um quadro preocupante. No embalo da globalização, o Brasil importa cada vez mais artigos – em boa parte de má qualidade, quando não bugigangas, cuja função maior pode ser resumida em poucas palavras: forte drenagem de divisas, eliminação de empregos, desindustrialização. Entre os palestrantes, o evento contará com a presença de José Ricardo Roriz Coelho – diretor de Competitividade da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) e presidente da Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) e da Vitopel -, João Paulo Ferreira - vice-presidente de Operações e Logística da Natura Cosméticos -, Luis Aldo Sanchez-Ortega - diretor do IFC (International Finance Corporation), Banco Mundial -, Luis F. Ceribelli Madi - diretor geral do ITAL (Instituto de Tecnologia de Alimentos) -, Fernando Bueno – diretor de competitividade da Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos) -, Maurício Montoro Groke - presidente da Abre (Associação Brasileira de Embalagens). Informações: www.ciclodeconhecimento.com.br ou pelo e-mail: ciclo@embalagemmarca.com.br .

 

 

Inovação e sustentabilidade

A Abief vai realizar, no dia 22 de julho, o evento Inovação e sustentabilidade. Serão abordados os temas Nanotecnologia como solução para embalagens ativas e inteligentes, palestra que será ministrada por Adair Rangel, pesquisador da Braskem; e Vitopaper, o papel sintético revolucionando o segmento de embalagens sustentáveis, ministrado por Patricia Gonçalves, gerente de Produto da Vitopel. O evento acontece na sede da Abief, em São Paulo. Informações pelos telefones (11) 2966-9742/ 2021-7095 ou pelos e-mails itp.itp@uol.com.br/ itp@institutodoplastico.com.br .

 

 

Prêmio Abre da Embalagem Brasileira

A Associação Brasileira de Embalagem promove o Prêmio Abre de Embalagem Brasileira. O prêmio está dividido em 6 módulos: embalagem, design gráfico, design estrutural, tecnologia de materiais, impressão e conversão, marketing especial. As empresas interessadas podem acessar o site   http://www.abre.org.br/premio_abre/embalagem_brasileira para ter acesso à informações adicionais e regulamento. Informações : Carla : 11 3082-9722 r. 216/ marketing@abre.org.br.

 

 

Cintec Plásticos 2010

Acontecerá entre os dias de 23 e 27 de agosto, o Cintec Plásticos 2010. Na abertura, Luís Dagnone Cassinelli, diretor de Tecnologia e Inovação da Braskem falará sobre as tendências do mercado do material plástico sob a ótica do conhecimento e da sustentabilidade. O evento acontecerá no Expoville, em Joinville (SC). Informações no www.messebrasil.com.br.

 

 

Interplast 2010 reunirá cadeia do plástico em Joinville

A Interplast 2010 – Feira e Congresso Nacional de Integração da Tecnologia do Plástico - será realizada de 23 a 27 de agosto em Joinville/SC. A expectativa é que a feira seja a maior do setor de plástico em espaço ocupado e em número de expositores a ser promovida no país em 2010. Paralelamente serão realizados dois eventos: o II Seminário de Desenvolvimento da Manufatura de Moldes e Matrizes, e o Cintec Plástico – Congresso de Inovação Tecnológica. Os eventos são promovidos pelo IST/Sociesc – Sociedade Educacional de Santa Catarina. Informações no www.interplast.com.br.

 

 

Curso de polímeros

O Inovata / FDTE (Fundação para o Desenvolvimento da Engenharia) - Divisão EDUCARE Polímeros, oferece, no 1° semestre deste ano, cursos de curta duração, que contemplam conteúdo de formação básica e ou avançado, com base nos assuntos de maior relevância para o desenvolvimento tecnológico do País. Os cursos podem, inclusive, ser realizados in company. Entre os temas: Formação Polímeros, Aditivação e degradação de Polímeros, Utilização de Polipropileno e Polietileno na indústria de revestimentos anti-corrosivo de dutos, Polímeros de Fontes Renováveis, Sustentabilidade em Projetos de Embalagens, Embalagens Plásticas para Cosméticos, Análise de Ciclo de Vida, Reciclagem de Plásticos, Polímeros para Indústria Automotiva, Polímeros Anti-chama e outros. Associados ao Instituto Nacional do Plástico (INP) contam com 10% de desconto. Para mais informações, acesse www.fdte.org.br/cursoseducare. Se preferir, mande um e-mail para educare@inovata-fdte.org.br ou ligue (11) 3095-7724.

 

 



 




 
   

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